É o grande Porto que armazena, bebe e exporta, mas é nas já distantes margens e arribas do Douro que aquele néctar secular é produzido.
Estive, por várias vezes, em Pinhão e penitencio-me por não ter feito uma visita àqueles quadros pintados com a mestria de quem sabe e conhece os segredos daquela região vinhateira.
Valeu-me uma objectiva amiga para que, para mim, aquela mostra de arte viva não ficasse perdida no Cais dos comboios.
Eis as imagens!


