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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa Feliz!

Para os que acreditam em Cristo e, sobretudo, no seu exemplo e ensinamentos, mas, também, para os que não têm Fé. Para todos os que vêm mergulhando neste Vouguinha:


Gifs - Flash - Fotos e Videos Para seu Orkut



segunda-feira, 6 de abril de 2009

O jovem Mon Ami


A jovem promessa de Futuro, o eterno Soares, no âmbito da Campanha para as Eleições Europeias, afirmou que Barroso é um rosto do passado.
O seu companheiro Vital leu-lhe o pensamento, ao defender que os socialistas devem ter o seu candidato ao cargo actualmente ocupado por Durão Barroso.
Tudo esclarecido: o nosso jovem Mário prefere que seja outro que não o "cherne" , ainda que estrangeiro.
Provavelmente, e de preferência, um qualquer maçon das terras de Mon Ami Miterrand!
Voilá, les Enfants de La Patrie!

Recriando o Passado...

... nas águas do Rio Douro!

Ninguém mais esclarecido do que o autor das fotos, o João Taborda para nos transportar ao tempo em que os rabelos sulcavam o Douro. Do seu blog http://viajandoevendo.blogspot.com:
"Todos os anos, no dia de S. João (24 de Junho), realiza-se no rio Douro uma regata de barcos rabelo. A "prova" começa na foz e a meta é na ribeira, junto à ponte de D. Luiz I. Os barcos pertencem a empresas produtoras de vinho do Porto, que antigamente os usavam (estes ou outros mais antigos) para transportar pipas de vinho desde as quintas no Douro até às caves em Vila Nova de Gaia. Actualmente estes barcos já não são utilizados para o transporte de vinho, vendo-se muitos deles atracados em Gaia "decorando" a margem e fazendo publicidade às diversas marcas. A regata é muito animada e disputada. Milhares de pessoas juntam-se nas margem para ver passar os barcos. O vento nem sempre ajuda... e esta é a única força que empurra os barcos..."

"

sábado, 4 de abril de 2009

Igrejas de Goa

Não é necessário ser-se católico para recordar os feitos dos portugueses que rasgaram os oceanos em busca de novas terras e com eles levaram a Lingua e a sua Fé. E deixaram marcos históricos que nos orgulham e causam nos actuais habitantes desses Povos a mesma admiração que provocam em nós as ruínas romanas e de outras origens, de povos que nos demandaram no Passado.
Sobretudo, quando os "Ministérios da Cultura" não o são só para uso do nome na estrutura governativa e zelam pela conservação do seu património histórico, como, a crer nas imagens recentes, fazem os indianos e a própria Igreja.
Se poucos motivos temos para nos revermos nos "novos" protagonistas da nossa História Contemporânea, que nos valha a satisfação por sabermos dos feitos dos nossos ancestrais.
Não cura........mas alivia.....

quinta-feira, 2 de abril de 2009

GC 2, Episódio 4, da série da RTP

Por aqui me fico...

... mas vou dizendo.


Como gosto de os ouvir! E como os entendo!

Já o meu avô dizia, na sua sabedoria popular: "nunca devemos beber do vinho, em cujas videiras alguém espalhou moléstia para vender o sulfato da cura"!

domingo, 29 de março de 2009

Meio a sério, meio a brincar...




... se entorna a bilha do leite!

A crer numa noticia do C.M.,queixam-se os produtores que os empresários do ramo lhes baixaram o preço do leite, enquanto aquele produto continua a subir de preço no mercado final.
Nada de estranho, afinal, se já todos sabemos que o custo dos produtos, de modo geral, é inflacionado pela passagem pelos diversos intermediários no seu percurso desde o produtor até ao consumidor final.
Se a Natureza ou outras divindades dotaram as vaquinhas com mamas e leite foi, afinal, para alimentarem os seus filhos, os vitelinhos, e não os filhos de outra gente!...
Agricultores, uni-vos, e, se já há tanta "gente" dos estábulos do poder deste país a mamar em tetas alheias, deixai mamar os bezerros nas tetas que são suas por direito natural!

sábado, 28 de março de 2009

Só São Isaltino lhes pode valer!

Com toda a legitimidade e algum desassombro, o Semanário Regionalista "Notícias de Vouzela", da Região de Lafões, a braços com os problemas de tesouraria comuns à Imprensa regional -e, desgraçadamente, a um grande número de empresas de todos os sectores de actividade - , decidiu alertar partidos políticos que encomendaram publicidade paga naquele órgão, deduzo que nas últimas campanhas eleitorais, nos termos da mensagem inserta na sua última edição:








Bem que São Isaltino poderia, num gesto do seu apregoado espírito solidário, pagar-lhes os "calotes", com um pequeno pedaço das generosas sobras das suas campanhas eleitorais!

sexta-feira, 27 de março de 2009

De carro roubado ou de TGV?



Sabemos que os "gangs" de rua, conseguem saír de carro, por norma roubado, à hora do pequeno almoço, da periferia da capital até ao Norte e Centro do País e regressarem à base, com o ouro roubado nas ourivesarias distantes, à hora do almoço.
Não sou contra as obras e o desenvolvimento estrutural do país, em abstracto, mas interrogo-me das razões que levam os "colarinhos brancos" a insistirem tanto no TGV, quando é sabido que a factura será paga pelos vindouros.
Porque não se deslocam de carro........como os "outros"?....
Alguns devem mesmo deslocar-se, com urgência, num par de patins!

quinta-feira, 26 de março de 2009

O terceiro episódio...

... da 2ª Série da GC, transmitidos pela RTP:

Filtrando "gralhas"....


... ou deformações nos relatos pela subjectividade dos narradores?

Tem-me despertado interesse a leitura dos livros da colecção "Os anos da Guerra Colonial", colocados à venda uma vez por semana com as edições do C.M. Obra da autoria dos ex-capitães Matos Gomes e Aniceto Afonso, que não deixa de, globalmente, ser trabalho historicamente interessante, quanto mais não seja para informar e esclarecer dos contornos duma guerra de anos, que muitos vivemos, enquanto combatentes, filhos, pais, mães, esposas, não deixo de me deparar, aqui e ali, com imprecisões de fácil comprovação, e outras situações a necessitarem de "filtragem".
Refiro, a título de exemplo, a referência inserta na pág. 109 do Livro 5, que transcrevo na parte que interessa:
"... Mas a sua acção mítica fundacional, e tida pela própria organização como a marca do início da luta armada, deu-se na noite do dia seguinte, com o ataque ao posto administrativo do Chai (Cabo Delgado). Chai encontra-se a apenas 10 Km da fronteira da Tanzânia, e um destacamento de 12 guerrilheiros..."
Admitindo que seja "gralha", pois que não sabendo por onde andou Aniceto Afonso, o outro autor, Matos Gomes, comandou uma Companhia de comandos que operou naquela região de Moçambique, sei, e saberá quem se der ao cuidado de consultar uma carta com escala, que, em linha recta, do Chai ao Rio Rovuma, fronteira natural com a Tanzãnia, distam 118 Km.
Outro facto que me suscita muitas dúvidas, porquanto todas as versões que conheço, de ambos os lados do conflito, apontam para uma emboscada em itinerário exterior à Missão e em que o "Land-Rover" do padre Daniel terá sido confundido com a viatura do administrador, e não um ataque directo à dita Missão, como se depreende da leitura da obra: "...assaltaram a missão de Nangololo, assassinando o padre católico holandês Daniel Boormans e ferindo o moçambicano Ernesto Dinagomo."
Bem eu venho defendendo que, sem desvalorizar os seus suportes, tudo o que se ouve e lê necessita de filtragem, para que a a informação seja mais límpida.

quarta-feira, 25 de março de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009

Segurança

Decorreu na FIL, de 18 a 21 de Março, a Segurex2009.
Entre expositores civis que se dedicam ao comércio de produtos de higiene e segurança, em todos os seus vectores, as Forças Armadas e de Segurança fizeram-se, também, representar com mostras do seus meios materiais e recursos.
Saudemos o facto. Passe tratar-se duma, legítima, operação de "charme", é de louvar que as forças que têm por missão a segurança de pessoas e bens dêem a conhecer aos cidadãos a quem lhes incumbe servir, os meios postos à sua disposição para esse desiderato.
Vimos por lá sofisticados aparelhos, o que denota algum empenho por parte do Estado em dotar, especialmente no que concerne às Forças de Segurança, as diversas unidades com os meios materiais conducentes a um melhor desempenho das suas missões.
Mas não chega.
Outras vertentes, provavelmente, mais necessárias e urgentes centram-se num maior esforço, que parece não ter sido feito ainda, por parte dos altos responsáveis deste País, no sentido de mobilizar os meios humanos daquelas forças.
Faltam-lhes estímulos e as contrapartidas para quem se dispõe a servir, até ao limite da própria vida. Urge que o Estado, ao invés de os hostilizar, cerceando-lhe direitos, lhes reconheça e valorize os sacrifícios que lhes são exigidos, com salários justos e adequados às suas funções, mas, também, com instalações que lhes dignifiquem as fardas que envergam.
E falta-lhes o primordial: uma legislação que dê resposta à insegurança galopante que a população vai sentindo e sofrendo. Uma legislação que seja humanista e que reconheça os direitos dos criminosos, mas em que nunca, em tempo algum, por mais alienado que seja o legislador, se descurem, ou a estes se sobreponham, os supremos direitos das vítimas.
Só assim, poderemos viver em liberdade num Estado que se proclama democrático e de Direito!
E, porque está num plano análogo, acrescento que os milhões despendidos por todos nós no Parlamento, que no dizer do próprio Presidente da AR, é o mais bem equipado da Europa (ou do Mundo), o foram em meios materiais.
E o que ganhamos nós, cidadãos, com essas dispendiosas melhorias de trabalho se os deputados continuam os mesmos, na mesma modorrice, na mesma incapacidade de redigirem leis necessárias, claras e exequíveis, no mesmo dispêndio de tempo com "malhações" raivosas sem qualquer sumo de utilidade cívica?

segunda-feira, 23 de março de 2009

Guerra Colonial, 2ª Série, 1º Episódio

Foi transmitido o 1º Episódio da 2ª Série, na RTP.
Acabo de ler, também, os três primeiros livros colocados à venda da colecção "Guerra Colonial", da autoria de Matos Gomes e Aniceto Afonso.
Nestes últimos, ou nos vídeos da 1ª série, vi narrados factos de que não tinha, sequer, ouvido falar, passe o facto de ter vivido intensamente o conflito, por dentro e por fora, e conhecer bem os desempenhos quer das NT quer das chamadas tropas irregulares, como milícias e Grupos Especiais, em Moçambique.
Das acções "encapotadas" em territórios vizinhos (para além da ex-Rodésia) nunca vi ou ouvi nada, a não serem algumas escaramuças nas orlas fronteiriças, nem tão pouco me apercebi de qualquer referência nos sitreps e perintreps que, numa fase do meu serviço militar, lia regularmente.
A terem acontecido, foram mesmo muito bem "encapotadas", tanto as acções como as forças que as desenvolveram.
Continuo a pensar que cada um dos ex-combatentes teve a "sua" própria guerra.
E, sobretudo, que são os milicianos quem com mais realismo a podem descrever, considerando que, nos últimos 3/4 anos de luta, e continuo a reportar-me a Moçambique, a maioria dos oficiais do quadro, com excepção de alguns comandantes de unidades especiais, já se acantonavam nas cidades, em órgãos de comando superior, deixando aos primeiros a mata e o ónus da luta, e onde, no terreno, tudo se passava.
O que, de todo, não desvaloriza, no âmbito global, estes documentários, enquanto repositórios históricos, passe a visão subjectiva de comentadores e entrevistados.

domingo, 22 de março de 2009

Um nariz sem memória...

... ou de como a vitimização pode ser ridícula e falaciosa:




Até dá para entender das razões que "os" levam a não gostarem da TVI. Ninguém gosta que lhe retirem a máscara, muito menos num Baile de Carnaval Político, como este a que vamos assistindo num País de Paródia partidária!

sábado, 21 de março de 2009

A falta que fazem as barraquinha de tiro...



... da Feira Popular!

Num espaço entre dois pavilhões da Segurex2009, lá estava estacionada a carreira de tiro móvel da PSP. Um camião gigante que despertava o interesse de novos e idosos, sei lá se saudosos das tradicionais barraquinhas de tiro da "destruída" Feira Popular de Lisboa.
Centenas de visitantes acotovelavam-se em fila de espera para poderem entrar e terem o gozo de disparar uns "tirinhos" que as Relações Públicas daquela força de segurança proporcionavam a quem fizesse uma declaração prévia, por escrito, e se submetesse ao teste de alcoolemia.
Surpreendeu-me aquele furor, sobretudo nos jovens. E lembrei-me, então, a falta que fazem as típicas barracas de tiro, ali a Entrecampos.
E não pude deixar de recuar no tempo, até finais dos anos setenta, quando, acabado de regressar de Moçambique, em visita à Feira com a família, resolvi testar a pontaria.
Sem querer fazer vaidoso alarde das minhas qualidades de atirador, sei que em dez disparos com aquelas espingardas de pressão de ar (que eu conhecia por "mata-pássaros), fiz dez acertos e direito a outras tantas ginjas de prémio que o "barraqueiro" dos tiros foi dispondo em cima do balcão.
Não sendo, ao tempo, particular apreciador daquela bebida, tive que convidar os mirones que observavam para a "bebericagem", não me passando despercebido o esgar de desolação do homem da barraca, que esperava voltar a recarregar a garrafa do produto.
Que falta faz a velhinha Feira Popular!
Que jeito deu a carreira de tiro móvel àqueles jovens, e a alguns adultos, com propensão para carregarem no gatilho......... sei lá se para afugentarem ou abaterem o real fantasma da insegurança que grassa neste cantinho que já foi de paz e tranquilidade....

sexta-feira, 20 de março de 2009

A arma do crime...



.. que em Fevereiro de 1965, nos arredores de Olivença, vitimou Humberto Delgado.
É o revólver original, um Ruby de cano curto, que nos pode ter cerceado duma democracia mais "temporã". Ou não....
Foto de 20/3/2009.

quinta-feira, 19 de março de 2009

No mínimo, estranho!

Nunca tive simpatia por grupelhos extremistas que privilegiam a razão da força e da violência em prejuízo da força da razão.
Por mais nobres que sejam, em abstracto, os desígnios que os movem ou os valores que pretendem preservar ou dedender, em democracia não há lugar para fundamentalismos e recurso a meios ilegítimos para a luta por ideais.
Mário Machado,é a face mais visível dum desses movimentos, acusado de actos pelos quais não posso nutrir qualquer simpatia.
Como, do mesmo modo, não aprovo, nem apoio, outros grupelhos que se manifestam destruindo montras e carros ou ceifando campos de milho. Muito menos pela versão algarvia dos Hells Angels, provado que seja que alguns dos seus elementos recorreram ou praticam agressões, tráfico de droga e armas.
Num Estado de Direito, não há extremismos bons, nem de um vector nem de outro, muito menos quando o seu lema é a violência gratuita.
O que estranho, a serem fidedignas as notícias veiculadas pelos órgãos de comunicação social, é a detenção de Mário Machado, com negação do direito à imediata presença do seu advogado. Mais incrédulo, ainda, se a razão por aqueles trazida a público for a simples suspeita de agressão, sem que a hipotética vítima haja, por si ou interposta pessoa, tão pouco, apresentado queixa pelo facto.
Estranho mais, ainda, quando recordo os assassinos confessos que aguardam, na paz da sua residência, que os tribunais julguem os seus crimes. E, alguns deles, hediondos!....
Estará alguém interessado em fazer de Mário Machado um herói-mártir, o "Che Guevara" da extrema-direita portuguesa?

Ou a "história" da sua detenção, ocorrida ontem, tem outros contornos?
Estranho!

Eles comem tudo...eles comem tudo...


Insaciável é a fome pelo poder absoluto.

Que se cuidem com as congestões!

terça-feira, 17 de março de 2009

A "saga" educativa continua!



Aviso aos leitores: isto é uma anedota, qualquer semelhança com a nossa realidade escolar .....é pura coincidência (?):

O pai do Joãozinho ficou apavorado quando este lhe mostrou o boletim com as notas.
- Na minha época as notas baixas eram punidas com uma boa surra.
- Que bom, pai! E se, amanhã, fizéssemos uma espera ao professor na saída?